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domingo, 8 de julho de 2012

RODA, pião!

Fonte: artigo publicado no Jornal Diário da Região (São José do Rio Preto), em 08/07/12, escrito pelo artista plástico Jocelino Soares, citando Alexandre Caprio.
http://www.diariodaregiao.com.br/novoportal/Opiniao/Artigos/100831,,Roda,+piao.aspx



Artigos
São José do Rio Preto, 8 de Julho, 2012 - 1:52
Roda, pião!

Jocelino Soares

O meu “cumpadi” e amigo Lelé Arantes comemorou no mês passado mais um aniversário e, claro, fomos lá dar-lhe um abraço fraternal e desejar-lhe sorte na vida. A festa foi de primeiríssima, sendo servido, inclusive, delicioso porco à paraguaia. Muitos amigos foram levar felicitações ao aniversariante, que estava feliz com a demonstração de carinho de todos os participantes na sua festa! Na véspera, encontrei o Alexandre Caprio próximo à minha casa. Comentamos do aniversário e ele me disse que levaria para mim uma surpresa. Dito e feito. No dia, o amigo apareceu trazendo a tiracolo não uma, mas três surpresas: eram para minha alegria e emoção três piões de madeira iguaizinhos aos que eu brincava na minha infância. Imediatamente fomos para fora do salão e em torno de nós se juntaram, além das crianças curiosas para saberem do que se tratava, também o pai do Alexandre, o Antonio Caprio, e o coronel Godoy, velho amigo. Com o pião na mão esquerda e a fieira na direita comecei a enrolar, fixar o barbante ao punho e “pinchá” o belo brinquedo ao chão. Enquanto começa os preparativos, as crianças que estavam em volta não entendiam direito o que iria acontecer com aquele “treco” de madeira e um barbante que eu insistia em dar voltas e mais voltas, na base em direção ao topo. Quando completei o enrolar do pião, uma insegurança tomou conta de mim: “Será que vou conseguir jogá-lo e fazê-lo zunir como nos velhos tempos?”, perguntei a mim mesmo diante dos pares de olhinhos vibrando de encantamento sendo seguidos pelos amigos aqui já anunciados.

Tomei coragem e num impulso lancei ao chão, como há muito não fazia. Uma grande emoção tomou conta de mim ao ver zunindo no ladrilho o meu presente e, sem pensar, num ímpeto, abaixei-me e com os dedos em forma de tesoura fiz o pião rodar na palma da mão. As crianças à nossa volta estavam deslumbradas com tal feito. Imediatamente com as máquinas fotográficas em punho vieram registrar o feito os amigos Fernanda Caprio, Silas Marçal e o jornalista Edmilson Zanetti. Ao sentir o brinquedo dormir na palma da mão, em fração de segundos transportei-me para minha infância e me vi ao lado dos meus amiguinhos em torno da rinha feita no chão de terra batida do terreiro da colônia, jogando pião. A brincadeira iniciava com vários meninos, todos de armas” em punho, que ao mesmo tempo jogavam dentro da roda. Os piões ficavam zunindo muitas vezes até por minutos e ao fim davam a “piorra”, ou seja: era como um espasmo, o danado rolava sobre si mesmo e saía do círculo. O dono, então, dava pulos de contentamento, pegando para si o objeto tão desejado. Ao passo que aquele que não tinha a “piorra” tão forte ficava dentro da roda e era disputado para ver quem conseguia tirá-lo e tornar-se, assim, o seu dono. Muitas vezes chegava-se para jogar trazendo somente um brinquedo no bolso e, ao término, saía levando vários na “argibera”, para alegria e contentamento. Outras vezes, a sorte estava do lado contrário, perdia-se até a fieira de enrolar o pião!Voltando para nossa brincadeira na festa do Lelé, foram postadas fotos pelos amigos no “feice buqui”, causando manifestações de pessoas que viveram lá no passado as mesmas experiências por nós vividas. Algumas semanas se passaram desde o dia do feito. Trago marcas da fieira em meus dedos e na alma as marcas de um passado que teima em não passar! E a vida a rodar feito um pião. Roda, vida! Roda, pião, na palma da minha mão!

JOCELINO SOARES 
Artista plástico. Membro da Academia Rio-pretense de Letras e Cultura (www.jocelinosoares.com.br)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

PREFEITURA DE MIRASSOL/SP

Fonte: notícia divulgada no site da Prefeitura Municipal de Mirassol/SP, sobre Projeto de Educação Permanenes, no qual Alexandre Caprio ministrou a palestra "Mediação de conflitos no trabalho em equipe".
http://www.mirassol.sp.gov.br/Imprensa/Noticia.aspx?nid=2068



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02/07/2012

Prefeitura de Mirassol promove capacitação para profissionais da Saúde


Pela primeira vez em Mirassol, médicos, dentistas e enfermeiros da rede pública de saúde passam pelo Projeto de Educação Permanente, programa que faz parte da política nacional da saúde. Na última segunda-feira (25/06), foram realizados encontros com os profissionais da área, que contaram com a participação do Médico Sanitarista e Professor da FAMERP, Cacau Lopes. Durante a discussão, foi abordado o tema "O processo de construção do SUS e atuação do profissional na Atenção Básica". Participaram do encontro 32 profissionais, entre médicos e dentistas do Município.
“O objetivo da capacitação é criar espaço de escuta das necessidades dos profissionais, troca de experiências e saberes de qualificação profissional, visando melhorias nos atendimentos de saúde do Município”, afirmou a Chefe de Atenção Básica do Departamento de Saúde, Liliane Nakata.
Outro encontro realizado no mesmo dia foi com os enfermeiros que atuam nas Unidades de Saúde, Saúde da Família, CAPS, SAE e PROSAD, no qual foi abordado o tema "Mediação de conflitos no trabalho em equipe", conduzido pelo Psicólogo Alexandre Caprio.
As capacitações são realizadas a cada dois meses. “Os próprios profissionais irão fazer o levantamento dos temas de interesse para os próximos encontros. O Departamento de Saúde tem contado com a parceria e colaboração de profissionais de saúde de Mirassol e municípios da região, além do apoio da FAIMI/UNIESP, que tem gentilmente cedido espaço para a realização dos eventos”, afirmou Celso Bottos, Diretor de Saúde.
“Embora a política seja de 2007, apenas agora está sendo implantada no Município de Mirassol. Esperamos alcançar grandes resultados, que virão a se refletir em todo o sistema de saúde municipal”, afirmou Liliane.





Publicada por Assessoria de Imprensa em 02/07/2012

quarta-feira, 27 de junho de 2012

PAIS SUPERPROTETORES ENFRAQUECEM OS FILHOS

Fonte: participação de Alexandre Caprio em matéria publicada pelo Jornal Diário da Região (São José do Rio Preto/SP), jornalista Francine Moreno, em 27/06/2012
http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Divirtase/Comportamento/99423,,Pais+superprotetores+enfraquecem+os+filhos.aspx


Comportamento
› 'Blindagem de riscos'
São José do Rio Preto, 27 de Junho, 2012 - 1:45
Pais superprotetores enfraquecem os filhos

Francine Moreno



Hamilton Pavam
Em busca de equilíbro entre proteção e liberdade, Rogério Vieira Lopes, 37 anos, estimula os gêmeos Bárbara e Lucas, de 8 anos, a brincar: “A superproteção acabaria prejudicando o desenvolvimento dos meus filhos”
Mães, especialmente algumas de primeira viagem, costumam superproteger seus filhos. O instinto natural faz com que elas cuidem dos pequenos, colocando-os numa “bolha” ou “redoma de vidro”. O problema é que o excesso de atenção pode causar atraso no desenvolvimento deles e problemas emocionais como insegurança e dificuldade para fazer amigos. O correto, segundo especialistas, é ter cuidados, mas estimular a independência da criança por faixa etária.

Mas como deixar os filhos livres diante de tanta violência na rua? Diante desta sensação de um mundo cada vez mais perigoso, como não se encaixar neste perfil de pais superprotetores? Especialistas alertam que há perigo em todos os lugares e principalmente em casa. De acordo com a ONG Criança Segura, pesquisas mostram que uma das principais causas de hospitalizações são acidentes caseiros. Neste caso, ninguém está pedindo para você tentar deixar de lado a violência atual, mas sim orientar sobre os riscos de maneira geral.

Pais precisam deixar de lado a culpa e o medo de errar na hora de educar. A criança precisa ter autonomia e isso requer prática, paciência e ousadia. Antes disso, os pais precisam vencer os próprios medos. Se a criança caiu enquanto corria e o pai ou a mãe não estava por perto, saiba que isso é totalmente normal e necessário. Deixá-los cair faz parte do aprendizado e das boas lembranças da infância. É importante ter história de um dedo ralado para contar.

É preciso que as crianças tenham o mesmo tipo de liberdade que os pais tiveram quando criança e deixar que elas digam “eu mesmo fiz, sem ajuda do papai ou da mamãe”. É preciso não limitar a vida delas, mas alertá-las, por exemplo, sobre o trânsito, caso as crianças estejam em tempo de andar de bicicleta, ou informar sobre o perigo de falar com alguém desconhecido, quando estiverem em uma praça ou um clube. Ao orientar, você insere seu filho na geração de crianças realistas e alertas.

Hugo Ramón Barbosa Oddone, psicólogo e gestalt-terapeuta, afirma que a criança precisa manter contato com o ambiente natural e com outras pessoas. Principalmente hoje em dia, em que ela vive em cubículos de concreto, com pouquíssimo ou nenhum contato com a natureza, plantas, animais, outras crianças e seus processos vitais. “Muitas crianças conhecem a natureza pela mídia, internet, brinquedos de plástico e eletrônicos. Acabam achando que o leite vem da geladeira.”

Brincar é tão necessário para os filhos quanto dormir, alimentar-se e ser alfabetizado. É por meio das brincadeiras que a criança se realiza, cresce e regride, vive, sofre e resolve seus dramas, repete velhos roteiros e cria novos enredos, gasta e renova suas energias”, diz Oddone.

Todo pai deve garantir para os filhos o direito a brincar, um tempo e um espaço lúdico e, obviamente, colocar-se como parceiros para a brincadeira. “Os filhos vão agradecer e engrenar muito mais saudavelmente nos modelos de relacionamento propostos”, diz.

A criança precisa até mesmo chorar. “Conhecer a dor é, em geral, extremamente saudável para a saúde física e mental. Deixar a criança chorar é, na maioria dos casos, um bom treino para elas aprenderem a lidar melhor com a frustração e elevar essa capacidade”, diz.

Para ele, educar é saber dar o devido reconhecimento à beleza de ser e existir, é incentivar a criança a assumir os desafios e as contradições inerentes à existência humana, mantendo sempre o respeito pela existência e a diferença alheias.

Rogério Leandro Vieira Lopes, 37 anos, é um pai que encoraja seu filhos a brincar. Sempre que possível, os gêmeos Bárbara e Lucas Estrela Lopes, 8 anos, têm contato com terra. Com natureza. “Acredito que a superproteção acaba prejudicando o desenvolvimento dos meus filhos. Pais que não deixam os filhos terem seu espaço acabam privando-os de algumas situações e frustrações.

Vivenciá-las hoje fará com que sejam adultos mais preparados para encarar a sociedade, o mercado de trabalho.” Rogério conta com o auxílio da esposa Elizandra Lopes na busca do equilíbrio entre proteger e dar liberdade às crianças. “Conseguimos isso por meio do diálogo.”


Criança precisa aprender a ter limites

Quem superprotege demais tem dificuldade em falar não. E isso é ruim. Segundo o psicólogo Alexandre Caprio, as consequências podem ser sérias. “Todos nós estamos em um processo constante de aprendizagem. Mas nas crianças, esse processo é mais intenso. Ela aprende, por meio dos pais, a compreender os limites e regras que temos na nossa sociedade e até mesmo de nosso poder aquisitivo.”

Não tendo limites dentro de casa, a criança não respeitará também os limites que existem fora dela. “Não aprenderá a respeitar, por exemplo, o direito do colega ao lado ou manter-se disciplinada em sala de aula. Quando adulto, pode tornar-se egoísta, impertinente e tido como chato. Pessoas assim não conseguem trabalhar em grupo de forma harmoniosa. Por conseguinte, acabam tendo menos oportunidades profissionais e menos contatos sociais”, afirma Caprio.

Cabe aos pais reproduzir dentro de casa os limites que a criança encontrará em sua vida futura. “Apenas conhecendo e respeitando tais limites o indivíduo pode tornar-se um ser social, sabendo respeitar o espaço alheio e conquistando a aceitação que trará o devido merecimento e destaque”, diz.

A criança deve aprender por tentativa e erro. A mãe não pode querer vivenciar tudo pelo filho. “São as nossas crianças que vão ter de atravessar a distância entre o ponto A e o ponto B da experiência. Precisamos deixá-las vivenciar esses passos da forma que achem que devem fazê-lo. É a única forma que nossos filhos têm de aprender a autonomia. Ou seja, aprender fazendo, vivenciando, experienciando, e para isso, quanto mais cedo, melhor”, afirma o psicólogo Hugo Ramón Barbosa Oddone.

Há um tipo de autonomia importante com um ano de idade, por exemplo, quando eles estão aprendendo a caminhar, e outro, quando eles têm de prestar vestibular e morar em outra cidade. “São os nossos filhos que vão ter de tropeçar e cair nesta trilha para aprender a caminhar. Neste sentido, mais importante do que a dor da queda é a sensação de vitória de ter tentado, dado o melhor de si nessa situação. O que eles precisam é da nossa torcida, da nossa confiança irrestrita e incondicional”, diz Oddone.


domingo, 24 de junho de 2012

PALESTRA DE ALEXANDRE CAPRIO NA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP

Palestra de Alexandre Caprio no 1o Seminário sobre Medo e Ansiedade, realizado pelo Instituto da Vida, na ACIRP-Centro, SJRPreto/SP, casa cheia.

Alexandre Caprio

Alexandre Caprio

Alexandre Caprio

REVISTA BEM ESTAR "AUTOAMOR", 24/06/12

Participação de Alexandre Caprio no artigo "Você acima da traição", páginas 4 a 7, Revista Bem Estar, Jornal Diário da Região (São José do Rio Preto/SP) em 24/06/2012.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

CONVITE


APRENDA A SE LIVRAR DO ESTRESSE DO DIA-A-DIA

Fonte: participação de Alexandre Caprio em matéria publicada pelo Jornal Diário da Região (São José do Rio Preto/SP), jornalista Francine Moreno, em 05/06/2012

Comportamento
› Tranquilize já
São José do Rio Preto, 5 de Junho, 2012 - 1:46
Aprenda a se livrar do estresse no dia-a-dia

Francine Moreno

Divulgação
Especialistas dão dicas simples de como amenizar os efeitos do estresse diário e viver melhor
Com o corre-corre da vida moderna, cada vez mais homens e mulheres reclamam que estão estressados. O que poucos sabem é que, com atitudes simples e sem precisar pagar nada, como exercícios de respiração, é possível reduzir os danos causados à saúde e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida e aumentar a sensação de bem-estar.

O Diário da Região apresenta hoje alguns ensinamentos e dicas simples para quem busca uma vida mais saudável e equilibrada. Armando Ribeiro das Neves Neto, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, alerta que eliminar todo o estresse diário é impossível, mas dá para aprender a gerenciá-lo.

Respeite-se

Alexandre Caprio, psicólogo cognitivo comportamental, afirma que aprender a se respeitar significa, em grande parte, saber quais são os seus limites. “Saber dizer não é um excelente medidor de autoestima. Não deixe seus compromissos de lado para atender interesses alheios.”

Um ponto-chave é fixar horários para que possa cumprir com folga. “Muitas pessoas preferem dormir 30 minutos a mais para depois sair correndo pela casa e reclamando do trânsito. Se o dia começa assim, há forte tendência que ele continue assim. Não diga para uma pessoa que já está saindo, quando na verdade não está. Tudo isso gera pontos de estresse que refletem em todo o dia.”

É preciso organização da casa e da mesa de trabalho “de modo que você encontre um documento ou objeto com eficácia. Essas pequenas coisas também criam um desgaste acumulativo que vai se somar a outros aspectos do dia”, diz.

Desenvolva aptidões

Muitos dos problemas que causam estresse em nossas vidas só existem por falta de habilidade de lidar com eles. “Aprimore seus conhecimentos por meio da leitura constante de jornais, revistas e livros. Participe de cursos e aulas para desenvolver aptidões que eliminem problemas em vez de transferi-los para os outros ou conviver com eles”, diz Alexandre Caprio.

Para o psicólogo, é também importante cuidar da saúde física e mental. “Alimentação e exercícios físicos regulares são primordiais para elevação dos níveis de humor. A disposição física e mental ajuda na organização e eleva a atividade cognitiva, tornando a pessoa mais estimulada e motivada a resolver pequenos contratempos com maior rapidez”, afirma.

Abuse da tintas

Pintar quadros, por exemplo, ajuda a acalmar o sistema nervoso e tranquilizar a mente. De acordo com o artista plástica e professora Cristiana de Freiras, a arte de modo geral é uma grande aliada para aliviar o estresse, porque cria um momento em que a pessoa se concentra em uma ideia criativa.

Cristiana afirma que a cerâmica é indicada para quem quer contato intimista com a arte. “O barro tem a propriedade de tranquilizar”, diz. Já o mosaico exige concentração para organizar as peças, que são semelhantes a um quebra-cabeça. “Isso proporciona o desligamento das preocupações cotidianas.” A artista afirma que o uso das cores das tintas possibilita expressar sentimentos bons e ruins, como alegria e angústia.

Durma bem

Dormir bem traz efeitos positivos em todas as áreas da vida. Para que o sono seja perfeito, a fisioterapeuta e coach Renata Favaron sugere um exercício antes de dormir. “Pense e reflita sobre cinco coisas boas que aconteceram no seu dia. O execício evoca sensações reconfortantes e dá energia.” Para ela, depois de chegar do trabalho é preciso desacelerar. “Depois do jantar, evite assistir programas polêmicos e ouvir música alta.”

Na hora que acordar, segundo Renata, é indicado criar um contato com a natureza: “Olhar três minutos na direção do sol, por exemplo.” E para ela, respiração é fundamental para a boa saúde. “Nos momentos estressantes, faça a respiração longa e regular. Isso acalma o sistema nervoso e tranquiliza a mente.”

Faça massagens

“Exercícios de alongamento e condicionamento físico orientado, massagens para relaxamento muscular e hidroterapia são técnicas que podem combater o estresse”, afirma a reumatologista Vincenzina Santangelo.

Terapia com pedras quentes, por exemplo, podem relaxar e ao mesmo tempo transmitem energia. O tratamento de cura milenar, usado pelos povos indígenas, maias, chineses e russos, provoca adequadamente respostas sedativas e reenergizadoras no corpo.

De acordo com a fisioterapeuta Gisele Martins, os benefícios do método estão no equilíbrio do sistema nervoso e na harmonização entre corpo, mente e espírito.

Dê tempo a você

Tenha dias livres de estresse ou de compromissos estressantes. Armando Ribeiro das Neves Neto, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, afirma que é necessário reservar um dia ou um período do dia para fazer o que gosta ou até não fazer nada. “O lazer, reencontrar os amigos, dar-se um presente ou mesmo um carinho pode imunizá-lo do restante do estresse da semana e do mau humor dos outros.”

Para o dia a dia no trabalho, que está cada vez mais sobrecarregado de tarefas desafiantes, ele afirma que é importante desenvolver o equilíbrio emocional e tirar vantagens dos momentos difíceis. “Técnicas de meditação podem ajudá-lo profundamente”, afirma.